Revista de Psicanálise do Instituto A Via
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Revista de Psicanálise do Instituto A Via

Instruções e Políticas

Normas de publicação
da Revista de Psicanálise do Instituto A Via

 

Orientação aos colaboradores | Maio 2022
Orientação aos colaboradores

 

Linha editorial: informações gerais

Revista de Psicanálise do Instituto A Via, publicação oficial do Instituto A Via, cujas Sociedade componente é filiada à Associação dos Psicanalistas do Instituto A Via, é editada regularmente desde 2022. Sua proposta editorial visa divulgar o melhor da produção psicanalítica nacional, acolhendo a diversidade teórica, clínica e regional, estimulando a reflexão e o debate e inserindo as questões pertinentes à psicanálise no contexto científico, cultural, social e político contemporâneo. Distribuída em todo o Brasil, está em permanente diálogo com o cenário psicanalítico internacional.

As edições podem ser organizadas tematicamente. Cada número pode incluir artigos originais, debates, entrevistas, tradução de artigos de autores estrangeiros e resenhas. Sua periodicidade é trimestral.

 

Submissão de manuscritos
O texto deve ser encaminhado à Revista de Psicanálise do Instituto A Via em arquivo eletrônico Word, fonte Times New Roman, corpo 12, entrelinhamento 1,5, formato *.doc. Deve ter no máximo 40 mil caracteres, incluídos os espaços, e ser enviado para o endereço eletrônico revista@institutoavia.online.

 

Forma de apresentação do manuscrito
A  Revista de Psicanálise do Instituto A Via inspira-se nas normas da American Psychological Association (apa)[1] no que diz respeito à apresentação das citações no texto, notas de rodapé e referências bibliográficas, disponíveis no site institutoavia (periodikos.com.br).

 

Os manuscritos devem ter as características relacionadas a seguir e obedecer à sequência indicada.

  1. Folha de rosto identificada, contendo:

Título do trabalho em português, inglês, espanhol e francês.

Nome completo e afiliação institucional de cada um dos autores.

Nota de rodapé com endereço completo para correspondência, incluindo cep, telefone e endereço eletrônico de cada um dos autores.

Nota de rodapé com informações sobre apoio institucional, agradecimentos, origem do trabalho (apresentação em evento, derivado de dissertação ou tese) e outros dados que atendam a exigências éticas – no máximo, em três linhas.

  1. Folha de rosto sem identificação, contendo apenas:

Título do trabalho em português, inglês, espanhol e francês.

  1. Resumo e palavras-chave em português, inglês, espanhol e francês

Resumo, abstractresumen e résumé (aproximadamente 150 palavras), assim como palavras-chave, keywordspalabras clave e mots-clés (até cinco), deverão constar após as referências.

  1. Apresentação de resenhas

As resenhas devem ter no máximo 15 mil caracteres com espaços. O nome do autor da resenha deve constar depois dos dados relativos ao livro resenhado. A titulação e o endereço (incluindo cep, telefone e email) devem constar em nota de rodapé.

As resenhas apresentadas devem trazer todos os dados necessários à plena identificação da obra resenhada:

Título completo do livro, seguido do subtítulo, quando houver.

Nome do autor do livro, tal como consta na capa.

Em caso de obra coletiva, nome do organizador da coletânea.

Crédito de outros profissionais da equipe de edição, como tradutor, revisor técnico e coordenador de coleção.

Nome da editora, ano de publicação e número de páginas.

  1. Padrões gráficos

Não usar sublinhado nem negrito no corpo do texto.

Títulos de livros mencionados no texto: em itálico, sem aspas.

Títulos de artigos mencionados no texto: tipo normal, entre aspas.

Intertítulos do artigo: em negrito.

Palavras estrangeiras registradas no Dicionário Houaiss ou no Vocabulário ortográfico da língua portuguesa (Volp-abl) devem ser grafadas sem itálico. O mesmo vale para termos em outros idiomas que já estão amplamente incorporados ao vocabulário psicanalítico em português brasileiro, como setting e reverie. O itálico deve ser usado apenas em palavras estrangeiras que não se enquadrem nos casos citados.

Substituir números romanos por arábicos na indicação de séculos, nomes próprios e numeração de eventos: século 19, João Paulo 2º, 28º Congresso Brasileiro de Psicanálise etc.

  1. Texto

6.1. Citações no texto

6.1.1. Citação de autores no texto

Deve-se indicar o sobrenome do(s) autor(es), seguido do ano da publicação. Nas citações com dois autores, os sobrenomes quando citados no texto devem ser ligados por “e”; quando citados entre parênteses, devem ser ligados por “&”. Ex.: Pessanha e Forones (2003) ou (Pessanha & Forones, 2003).

No caso de citações com três ou mais autores, menciona-se apenas o sobrenome do primeiro autor seguido da expressão latina “et al.”. Ex.: Plass et al. (2005) ou (Plass et al., 2005); Azevedo et al. (1999) ou (Azevedo et al., 1999).

Na lista de referências, deve constar o nome de todos os autores. Caso a obra tenha mais de 20 autores, citam-se os 19 primeiros nomes, usam-se reticências e apresenta-se o último nome. Ex.: Kalnay, E., Kanamitsu, M., Kirtler, R., Collins, W., Deaven, D., Gandin, L., Iredell, M., Saha, S., White, G., Woollen, J., Zhu, Y., Chelliah, M., Ebisuzaki, W., Higgins, W., Janowiak, J., Mo, K. C., Ropelewski, C., Wang, J., Leetmaa, A., … Joseph, D. (1996). The ncep/ncar 40-year reanalysis project. Bulletin of the American Meteorological Society77(3), 437-471. http://doi.org/fg6rf9

Em citações de vários autores e uma mesma ideia, deve-se obedecer à ordem alfabética dos sobrenomes. Ex.: Badaines (1976) e Biller (1968, 1969) ou (Badaines, 1976; Biller, 1968, 1969).

No caso de citações de autores com o mesmo sobrenome, indicar a inicial dos prenomes e demais sobrenomes. Ex.: M. M. Oliveira (1983) e V. M. Oliveira (1984) ou (M. M. Oliveira, 1983; V. M. Oliveira, 1984).

No caso de documentos com diferentes datas de publicação e um mesmo autor, citam-se o sobrenome do autor e os anos de publicação em ordem cronológica. Ex.: Merleau-Ponty (1942, 1960, 1966) ou (Merleau-Ponty, 1942, 1960, 1966).

Em citações de documentos com a mesma data de publicação e o mesmo autor, devem-se acrescentar letras minúsculas após o ano da publicação (da edição consultada). Ex.: Rogers (1973a, 1973b, 1973c) ou (Rogers, 1973a, 1973b, 1973c).

Documentos cujo autor seja uma entidade coletiva podem ser citados pela sigla do nome da entidade, desde que na primeira ocorrência também se apresente o nome por extenso. Ex.: American Psychological Association (apa, 2020) ou (American Psychological Association [apa], 2020). Na lista de referências, porém, o nome deve ser escrito por extenso. Ex.: American Psychological Association. (2020). Publication manual of the American Psychological Association (7ª ed.).

6.1.2. Citação obtida através de canais informais (aula, conversa, email etc.)

Acrescentar a informação entre parênteses após a citação. Ex.: E.-M. Paradis (comunicação pessoal, 8 de agosto de 2019) ou (E.-M. Paradis, comunicação pessoal, 8 de agosto de 2019). Essa referência não aparece na lista ao final do artigo.

6.1.3. Citação de obras antigas e reeditadas

Citar a data da publicação original seguida da data da edição consultada. Ex.: Freud (1898/1976) ou (Freud, 1898/1976).

6.1.4. Citação textual

A transcrição literal de um texto deve ser delimitada por aspas duplas, seguidas do sobrenome do autor, da data e da página citada entre parênteses.

Citação de trecho com 40 ou mais palavras deve ser apresentada em parágrafo próprio, sem aspas duplas. A citação deve ser recuada da margem até o ponto da marca de parágrafo usada no restante do texto, com uma linha em branco antes e outra depois do trecho citado.

6.1.5. Citação indireta

Na citação indireta, ou seja, aquela cuja ideia é extraída de outra fonte, usar a expressão “citado por”. Ex.: Para Matos (1990), citado por Bill (1998), ou Para Matos (1990, citado por Bill, 1998).

Obs.: na lista de referências, deve-se mencionar apenas a obra consultada (no caso: Bill, 1998).

6.1.6. Citação de trabalhos em vias de publicação

Cita-se o sobrenome do(s) autor(es) seguido da expressão “no prelo”. Ex.: Magdaleno Jr. (no prelo) ou (Magdaleno Jr., no prelo).

6.1.7. Pontuação e grafia da citação textual

O texto citado deve reproduzir a pontuação e a grafia adotadas pelo autor no documento consultado.

6.2. Notas de rodapé

As notas de rodapé devem ser evitadas sempre que possível. No entanto, se necessárias, quando apontadas no corpo do texto, devem ser indicadas com números arábicos sequenciais, imediatamente depois da frase a que digam respeito. As notas devem aparecer no rodapé da mesma página em que consta a chamada. Os dados das obras mencionadas ao longo do texto devem ser apresentados nas referências, não em nota de rodapé.

6.3. Referências

Apenas as obras citadas no texto e nas notas de rodapé devem ser apresentadas no final do artigo.

Sua disposição deve ser em ordem alfabética do último sobrenome do autor e constituir uma lista encabeçada pelo título “Referências”. No caso de mais de uma obra de um mesmo autor, as referências deverão ser dispostas em ordem cronológica/alfabética de publicação.

 

Regras gerais de apresentação

Devem ser dispostas em ordem alfabética, de acordo com o último sobrenome do autor. Havendo mais de uma obra do mesmo autor, a disposição obedece à ordem cronológica/alfabética de publicação (cronológica em relação à data da edição consultada).

Manter a margem, a partir da segunda linha de cada referência, sob a terceira letra da entrada.

O recurso gráfico itálico é utilizado para destacar o elemento título da publicação.

 

Transcrição dos elementos

Autor

Indica-se o autor ou autores pelo último sobrenome (com apenas a letra inicial em maiúscula), seguido do prenome e demais sobrenomes abreviados. Ex.: Feitosa, M. D.; Paiva, L. M.; Pontalis, J.-B.; Prado Jr., B.

Título

O título e o subtítulo do livro ou artigo devem ser separados por dois-pontos. O destaque (itálico) deve ser usado apenas no título de livros ou publicações periódicas.

Edição

Deve ser indicada entre parênteses, logo após o título.

Local de publicação

A partir da 7ª edição do manual da apa, esta informação não é mais requerida.

Editora

Deve ser indicada tal como figura no documento, porém abreviando-se prenomes e suprimindo-se termos de natureza jurídica ou comercial dispensáveis. Ex.: Imago (e não Imago Editora Ltda.); Seuil (e não Ed. du Seuil); Karnac (e não Karnac Books); José Olympio (e não Livraria José Olympio Editora).

Quando a editora não for identificada, usar a expressão sine nomine abreviada entre colchetes: [s.n.].

 

Exemplos de referências

6.3.1. Livro

Com autoria

Amati-Mehler, J., Argentieri, S. & Canestri, J. (1990). La babele dell’inconscio: lingua madre e lingue straniere nella dimensione psicoanalitica. Cortina.

Aulagnier, P. (1978). La violence de l’interprétation. puf.

Grier, F. (Ed.). (2005). Œdipus and the couple. Karnac.

Hargreaves, E. & Varchevker, A. (Eds.). (2004). In pursuit of psychic change: the Betty Joseph workshop. Brunner-Routledge.

Com autoria institucional

American Psychological Association. (2020). Publication manual of the American Psychological Association (7ª ed.).

Obs.: quando a instituição for também a responsável pela edição, não se deve repetir seu nome no campo reservado para a editora.

Sem autoria específica: entrada pelo título da obra

The world of learning (41ª ed.). (1991). Europa.

Com indicação de edição

Milner, M. (1967). On not being able to paint (2ª ed.). iup.

Prado Jr., B. (2000). Alguns ensaios: filosofia, literatura, psicanálise (2ª ed.). Paz e Terra.

Com indicação de tradutor

Mijolla, A. (Org.). (2005). Dicionário internacional de psicanálise: conceitos, noções, biografias, obras, eventos, instituições (A. Cabral, Trad.). Imago.

Com indicação da data original

Bion, W. R. (1994). Estudos psicanalíticos revisados (W. M. M. Dantas, Trad.). Imago. (Trabalho original publicado em 1967)

Com indicação de volume

Carterette, E. C. & Friedman, M. P. (Eds.). (1974-1978). Handbook of perception (Vols. 1-10). Academic Press.

Spillius, E. B. (Ed.). (1990). Melanie Klein hoje: desenvolvimentos da teoria e da técnica (B. H. Mandelbaum, Trad., Vol. 2). Imago.

Capítulo de livro

Klein, M. (1962). Amor, culpa e reparação. In M. Klein & J. Riviere, Vida emocional dos civilizados (O. A. Velho, Trad., pp. 57-113). Zahar.

Williams, M. H. (2005). Creativity and the countertransference. In M. H. Williams, The vale of soulmaking: the post-Kleinian model of the mind and its poetic origins (pp. 175-182). Karnac.

Capítulo de livro com indicação da data da edição original

Freud, S. (1973). El yo y el ello. In S. Freud, Obras completas (L. López-Ballesteros y de Torres, Trad., 3ª ed., Vol. 3, pp. 2701-2728). Biblioteca Nueva. (Trabalho original publicado em 1923)

Freud, S. (1977). Histeria. In S. Freud, Edição standard brasileira das obras psicológicas completas de Sigmund Freud (J. Salomão, Trad., Vol. 1, pp. 77-102). Imago. (Trabalho original publicado em 1888)

Ebook

Roudinesco, E. (2016). Sigmund Freud: na sua época e em nosso tempo (A. Telles, Trad.). Zahar. https://amzn.to/3NTKrHd

6.3.2. Periódico científico

Edição completa (fascículo)

Green, A. (Dir.). (2001). Courants de la psychanalyse contemporaine [Supl.]. Revue Française de Psychanalyse, 65.

Artigo

Bernardino, L. M. F. (2001). A clínica das psicoses na infância: impasses e invenções. Estilos da Clínica, 6(11), 82-91. http://bit.ly/2MSZwOk

Bicudo, V. L. (1989). Conversando sobre formação. Jornal de Psicanálise,
22(44), 13-20.

Tuckett, D. (2005). Does anything go? Towards a framework for the more transparent assessment of psychoanalytic competence. The International Journal of Psychoanalysis, 86(1), 31-49. https://doi.org/c9mbrv

Obs.: no caso de material online, é possível usar encurtadores de link, como bitly.com e shortdoi.org.

Artigo publicado em suplemento

Kernberg, O. (1993). Discussion: empirical research in psychoanalysis. Journal of the American Psychoanalytic Association, 41(Supl.), 369-380.

Artigo em vias de publicação (no prelo)

Magdaleno Jr., R. (no prelo). A função da identidade psicanalítica: apreensão do método como incorporação de uma ética. Jornal de Psicanálise.

6.3.3. Revista

Texto publicado

Diatkine, R. (1993, 17 de março). Histórias sem fim. Veja26(11), 7-9.

6.3.4. Jornal

Artigo

Frayze-Pereira, J. A. (1998, 22 de maio). Arte destrói a comunicação comum e instaura a incomum. Folha de S. Paulo, Caderno 5, 24.

Entrevista

Costa, J. F. (1995, 3 de dezembro). Um passeio no jardim sexológico. Folha de S. Paulo, 5.

6.3.5. Trabalho apresentado em evento científico (congresso, seminário etc.)

Publicado em anais

Perrini, E. (2000). A psicanálise além do divã: na instituição, na supervisão e na psicoterapia. In Anais do ii Encontro de Psicanálise do Núcleo de Psicanálise de Campinas e Região (pp. 65-67). npcr.

Não publicado

Miodownik, B. (2017, 1-4 de novembro). A morte do pai: a resolução simbólica do assassinato edípico [Apresentação de trabalho]. xxvi Congresso Brasileiro de Psicanálise, Fortaleza, ce, Brasil.

6.3.6. Dissertação de mestrado e tese de doutorado

Herrmann, L. A. F. (2004). Andaimes do real: a construção de um pensamento [Tese de doutorado]. Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.

Vidille, W. F. (2005). Práticas terapêuticas entre indígenas do Alto Rio Negro: reflexões teóricas [Dissertação de mestrado]. Instituto de Psicologia, Universidade de São Paulo.

Obs.: no caso de teses ou dissertações publicadas, adota-se o modelo de referência de livros.

6.3.7. Trabalho não publicado

Franco Filho, O. M. (1996). O campo da transferência e a contratransferência na formação analítica: quando o analista é também professor [Texto não publicado].

6.3.8. Material online

Artigo em site de jornal ou revista

Balbi, C. (2021, 2 de fevereiro). Por que telas aflitas de Van Gogh não têm a ver com loucura ou orelha cortada. Folha de S. Paulo. http://bit.ly/3cFTwDk

Artigo em site de notícias

Nogueira, R. (2019, 27 de janeiro). Após tragédia em Brumadinho, Instituto Inhotim só deve reabrir em fevereiro. uol. http://bit.ly/36I6MDD

Obs.: note que, neste caso, o itálico é aplicado no título do texto.

Publicação em blog

Ferreira, V. (2020, 18 de julho). A pandemia é uma crise simétrica? Ladrões de Bicicletas.
https://bit.ly/354C4TP

Publicação em rede social

Fundação Biblioteca Nacional [@bibliotecanacional.br]. (2020, 29 de novembro). Literatura: Mário de Andrade [Fotografia]. Instagram. https://bit.ly/3aHUBbs

Villaça, A. (2019, 21 de março). Hesitação de Freud diante da arte [Imagem anexa] [Atualização de status]. Facebook. http://bit.ly/2OcGtiK

Obs.: em publicações no Facebook, é preciso indicar entre colchetes a existência de material anexo, como imagens e links.

Verbete de enciclopédia ou dicionário virtual

Jacques Lacan. (2021, 13 de janeiro). In Wikipédia. http://bit.ly/3cR4tCe

Lexikon. (s.d.). Esquizoparanoide. In Aulete digital. Recuperado em 18 de fevereiro de 2021, de http://bit.ly/3aACpBL

Obs.: para material online atualizado com frequência e cujas versões não sejam arquivadas (dicionários, por exemplo), indicar a data de acesso.

6.3.9. Obra de arte

Da Vinci, L. (1508). Cabeça de mulher [Pintura]. Galeria Nacional de Parma, Parma, Itália.
https://bit.ly/3iEzbiQ

6.3.10. Música

Regina, E. (1979). As aparências enganam [Música]. In Essa mulher. wea.

Mozart, W. A. (2007). Lacrimosa [Música gravada pela Wiener Philharmoniker]. In Mozart: Requiem. Deutsche Grammophon. (Trabalho original publicado em 1792)

Obs.: para obras clássicas, o compositor entra como autor; para todas as outras obras, o intérprete entra como autor.

6.3.11. Filme

Huston, J. (Diretor). (1962). Freud além da alma [Filme]. Universal.

6.3.12. Vídeo em serviços de streaming

Casa do Saber. (2017, 20 de abril). Herman Melville: Moby Dick: José Garcez Ghirardi [Vídeo]. YouTube. https://bit.ly/2YOWNbn

6.3.13. Material jurídico

Lei nº 11.340. (2006). https://bit.ly/2N8YL3D

Imagens e ilustrações

Em caso de apresentação de imagens, como fotografias, desenhos e gráficos (estritamente necessários à argumentação), assinalar no texto, conforme numeração sequencial, o lugar onde deverão ser intercaladas.

Enviar imagens com boa definição, com tamanho máximo de 10 x 15 cm, preferencialmente com extensão *.tiff.

As imagens originais devem ser enviadas em arquivo separado, ainda que estejam inseridas no artigo. Se as imagens enviadas já tiverem sido publicadas, mencionar a fonte e a autorização para reprodução.

As imagens que não são de domínio público devem ter autorização do detentor do direito por escrito.

 

Procedimentos do corpo editorial e do conselho editorial/consultores

Os manuscritos deverão ser encaminhados ao corpo editorial da revista, sendo aceitos para o processo de avaliação para publicação somente os que estiverem de acordo com as orientações antes descritas. A textos que apresentem casos clínicos, pode ser solicitado termo de consentimento do paciente em questão.

Os originais, após primeira leitura anônima do corpo editorial, serão enviados para três consultores residentes em estados diferentes daquele do autor. Os consultores receberão, junto com o trabalho, um roteiro de avaliação padronizado. Eles não serão informados sobre a identidade dos autores ou sobre suas afiliações institucionais. Os autores dos manuscritos também não terão conhecimento da identidade dos consultores (duplo-cego).

Após a análise dos manuscritos, os consultores emitem por escrito os seguintes pareceres: 1) aprovado; 2) aprovado com recomendações e/ou sugestões de alterações relativas à forma e/ou conteúdo; ou 3) recusado para publicação. Caberá ao corpo editorial, a partir de criteriosa análise das avaliações, a decisão final acerca da publicação ou não do manuscrito. A data de publicação do trabalho também estará a critério do corpo editorial.

O corpo editorial reserva-se ainda o direito de introduzir pequenas modificações no texto aceito para publicação, com vistas a adequá-lo aos critérios de coerência, clareza, fluidez, correção gramatical e padronização editorial adotados pela revista. A exatidão das informações é de responsabilidade do autor.

Recomenda-se a todos os autores que guardem consigo uma cópia do trabalho enviado para avaliação. A Revista Brasileira de Psicanálise não se responsabilizará por devolvê-lo, mesmo no caso de artigos não aceitos para publicação.

A  Revista de Psicanálise do Instituto A Via reserva-se o direito de não tornar públicos os pareceres sobre os originais que lhe são enviados.

Os trabalhos enviados para avaliação devem ser inéditos e não poderão estar em processo de avaliação em outro meio simultaneamente.

Será resguardado o direito de aguardar um intervalo de quatro números para que o mesmo autor possa publicar outro texto na  Revista de Psicanálise do Instituto A Via.

A  Revista de Psicanálise do Instituto A Via reserva-se o direito de não publicar textos que não preservem a identidade do paciente.

 

Direitos autorais
Os direitos autorais de todos os artigos publicados pertencem à  Revista de Psicanálise do Instituto A Via. A reprodução integral dos artigos em outras publicações requer autorização por escrito do corpo editorial da revista.
O corpo editorial da revista reserva-se também o direito de definir quais serão os bancos de dados para os quais a revista será disponibilizada em sua versão eletrônica.

 

Ética
1) A  Revista de Psicanálise do Instituto A Via reserva-se o direito de não tornar público os pareceres técnicos sobre os originais que lhes são enviados.
2) A  Revista de Psicanálise do Instituto A Via também se reserva ao direito de responsabilizar plenamente o autor quanto a possíveis plágios e suas consequências legais.
3) Cabe ao(s) autor(es) responsabilizar-se inteiramente pelas informações contidas em seu artigo, principalmente, quanto ao sigilo ético dos casos clínicos, bem como pelas consequências legais deles decorrentes. Reafirmamos que a revista é indexada eletronicamente e o autor deve estar ciente que seu artigo pode ser livremente acessado via internet.

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